
O que poderia eu ser se eu nada sei quem eu sou?
O que dizer se é mais fácil correr do eu, se o eu nunca fez por querer ser sempre eu?
Se eu não me quiser, nada posso fazer para que o eu me queira.
Eu até entendo, eu ate aceito, mas ao mesmo tempo nem entendo, nem concordo.
Ah! E daí se querem buscar respostas onde nem eu mesmo sei achar.
Não esperem que eu sinta saudades, nem ao menos seja vivido por desilusões.
Tenho um braço guerreiro que já não sabe o que é vencer.
Fazer o que se ela quis assim.
Que nada sei é a única certeza que aceito.
E a vida que outrora busquei,
Será a vida que sempre me leva de volta pro mesmo ponto de partida.
Desculpa por tentar esquecer.
Desculpa por ser mais forte que os próprios golpes.
Perdão se meu corpo se desfalece por pensar em tudo que falei um dia.
Realmente o único perdão que preciso acreditar, é o perdão que não pude reconsiderar.
Mágoas?
Tristeza?
Vida?
Desejo?
Palavras?
Nada?
Causos?
Sinceridade?
Respeito?
Crença?
Paixão?
Lucidez?
Liberdade...
Eu que tentei me libertar, aceito que se libertem de mim.
A minha bagagem já estava arrumada, minhas trouxas estavam dobradas, meu abajur de sonhos, que há muito já citei, continua no mesmo lugar, esquecido como tantos outros suspiros de minha curta vida medíocre.
Eu conheço meu sorriso, reconheço meu querer, vou correr pra longe por uns tempos do muito que há de você em mim, mas nada posso garantir do que minha memória é incapaz de apagar.
(Jefferson dos santos)
O que dizer se é mais fácil correr do eu, se o eu nunca fez por querer ser sempre eu?
Se eu não me quiser, nada posso fazer para que o eu me queira.
Eu até entendo, eu ate aceito, mas ao mesmo tempo nem entendo, nem concordo.
Ah! E daí se querem buscar respostas onde nem eu mesmo sei achar.
Não esperem que eu sinta saudades, nem ao menos seja vivido por desilusões.
Tenho um braço guerreiro que já não sabe o que é vencer.
Fazer o que se ela quis assim.
Que nada sei é a única certeza que aceito.
E a vida que outrora busquei,
Será a vida que sempre me leva de volta pro mesmo ponto de partida.
Desculpa por tentar esquecer.
Desculpa por ser mais forte que os próprios golpes.
Perdão se meu corpo se desfalece por pensar em tudo que falei um dia.
Realmente o único perdão que preciso acreditar, é o perdão que não pude reconsiderar.
Mágoas?
Tristeza?
Vida?
Desejo?
Palavras?
Nada?
Causos?
Sinceridade?
Respeito?
Crença?
Paixão?
Lucidez?
Liberdade...
Eu que tentei me libertar, aceito que se libertem de mim.
A minha bagagem já estava arrumada, minhas trouxas estavam dobradas, meu abajur de sonhos, que há muito já citei, continua no mesmo lugar, esquecido como tantos outros suspiros de minha curta vida medíocre.
Eu conheço meu sorriso, reconheço meu querer, vou correr pra longe por uns tempos do muito que há de você em mim, mas nada posso garantir do que minha memória é incapaz de apagar.
(Jefferson dos santos)
Nenhum comentário:
Postar um comentário