
Eu chego devagar, como sino estridente da criptomancia fisiológica, meu corpo de verbo séptico das minhas frases alheias, que remanece perante uma certeza do ontem e do hj, mas desfalece com medo do futuro.
E quando eu for crescer, o que vou ser?
E quando eu quiser viver ,como vai ser?
E quando eu precisar chorar, como parar?
E quando eu precisar sorrir, com quem vou rir?
E quando eu precisar cantar, que vai escutar?
E quando eu quiser tocar, QUEM VAI AGUENTAR?
E quando eu precisar gritar, como calar?
E quando eu for sonhar, com que olhar?
E quando eu precisar morrer, sem nem viver?
(jeff)
E quando eu for crescer, o que vou ser?
E quando eu quiser viver ,como vai ser?
E quando eu precisar chorar, como parar?
E quando eu precisar sorrir, com quem vou rir?
E quando eu precisar cantar, que vai escutar?
E quando eu quiser tocar, QUEM VAI AGUENTAR?
E quando eu precisar gritar, como calar?
E quando eu for sonhar, com que olhar?
E quando eu precisar morrer, sem nem viver?
(jeff)
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