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Antes até da matéria, antes mesmo do sentido primário do próprio ser, da incidência de qualquer tipo de raciocínio, da desfragmentação do real, da metamorfose macrobiótica que marca a passagem do espírito para o corpo, da troca de horizontes paralelos por ângulos convexos e planos, da reestruturação de fatores da personificação e antes de tantas mais, será preciso mensurar os espaços ideológicos gerados a partir de uma fonte especifica e desconhecida.
Não devemos acarretar atributos desmedidos numa visão paramétrica do que já se conclui, ou subtentar a verbalização do existir, nem ao menos arremessar compenetrações em âmbitos opostos e de naturezas inexplicáveis.
A partir da disseminação do acontecido, se faz óbvio e intraduzível a desabstração do convulso e a concretização do paradoxo ocasional.
É certo que mesmo anulando todo o sistema e submetendo todo intuito do acontecer, ao que chamamos de sublimação cósmica, chegaremos enfim ao que diremos ser conhecido por sonho.
Não devemos acarretar atributos desmedidos numa visão paramétrica do que já se conclui, ou subtentar a verbalização do existir, nem ao menos arremessar compenetrações em âmbitos opostos e de naturezas inexplicáveis.
A partir da disseminação do acontecido, se faz óbvio e intraduzível a desabstração do convulso e a concretização do paradoxo ocasional.
É certo que mesmo anulando todo o sistema e submetendo todo intuito do acontecer, ao que chamamos de sublimação cósmica, chegaremos enfim ao que diremos ser conhecido por sonho.
(Jefferson dos Santos)
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