O grande buraco azul do mar de belize





Uma bela Existência que eu descobri e resolvi compartilhar!!

“Que tal aproveitar as férias para visitar um buraco? Um mergulho no Grande Buraco Azul de Belize é uma experiência fascinante. Com mais de 300 metros de diâmetro, esse grande círculo azul-marinho pode ser visto até do espaço.

O Buraco aparece como uma imensa "bola" no meio do atol de Lighthouse Reef. A visão da mancha mais escura no meio das águas clarinhas é um pouco assustadora. Saber que o Buraco tem 125 metros de profundidade também não ajuda muito, mas calma. O local é atração turística, então há muitas operadoras que levam visitantes para mergulhar por ali com segurança.

Em tempos remotos, o Buraco era uma caverna. Com a subida do nível dos oceanos a cobertura da caverna acabou cedendo e a parte interna permaneceu submersa. Ao mergulhar ali o turista tem uma bela visão de parte da riquíssima barreira de corais de Belize, a segunda maior do mundo (atrás somente da australiana). Os corais ornamentam as bordas do buraco deixando somente dois canais, por onde entram e saem os barcos que levam mergulhadores.

Os corais ainda se fixam nas paredes do buraco até uma profundidade aproximada de 15 metros, depois começam a rarear e sobram só as estalactites, herança dos tempos de caverna.

Toda a região do Buraco merece uma visita. Os atóis são belíssimos e há muitos outros pontos de mergulho no local. Barcos saem a todo momento de Belize City, das Ilhotas de Ambergris ou Half Moon e de vários atois da região. Os que saem pela manhã até oferecem um lanchinho na ida. Geralmente o passeio dura um dia inteiro e inclui mergulhos no grande buraco azul e em áreas próximas repletas de corais e peixes.” Fonte: Site Terra

À Parte...


Quando você virá para preencher o vazio que sinto quando sonho?

Dessa vez eu talvez nem consiga esperar, possa ser que eu encontre qualquer coisa por aí e me sirva disso como passatempo, alimentando esse meu lado faminto já bastará para que eu espere em paz.

Eles prometeram que dessa vez iria ser mais vantajoso, mas não me disseram o quanto terei de esperar até que aconteçam as próximas horas.

Dessa vez, dessa vez, sempre dessa vez, nunca agora, nunca de imediato e não venha abrir aquele sorriso perguntando como estou, por que dessa vez estou de saco cheio de minhas respostas forçadas.

Estou pensando em deixar de escrever da forma como escrevo, sim, porque não se pode guardar-se pelo mínimo detalhe que aja, to cansado dessa minha opressão, desse meu silencio inescrupuloso, pois se quero, devo ir atrás com objetividade e ânsia (sede).

O outono vai chegar e minha meta ainda não foi alcançada, sim, eu também possuo metas e pretendo cumpri-las antes do meu tempo se encerrar.

Augustinianamente eu volto a pensar, como se a única maneira de pensar fosse por obrigação ou por sacrilégio, ao fato de que tudo não passa de uma diversão saudável, quando há meses atrás resolvi dar um passo a beira da minha realidade e cai numa queda gostosa e eterna, uma gargalhada presa de tão imensa, uma loucura passageira que se foi como qualquer ave sulina que retorna de onde se protege e aqui estou eu amparado por esta droga metafórica que continua a esmagar-me dias e noites afim.

Oh querida, oh querida Clementina...

O estéreo ligado numa música sem noção, uma cama vazia onde um corpo sonolento jazia, um abajur que com muito sacrifício pendurei no teto, uma andarela com luzes oscilantes, um pedestal, um homem no seu odinoque, platchando sua sede e sua decadência, se achando o único sofredor no manto terrestre, egoísta moderno, civilizado, não por escolha, mas por indicação, travestido de sombra e diabolicamente chateado com seu câncer na mão, assim simplesmente aceso, simplesmente mortal.

O desejo de te ligar mesclando-se com a vontade de ficar em casa, sair à noite preparado para uma seção horrorshow, e no entanto cansado e acabado.

Oh querida, oh querida Clementina...

Enfim o som pára e não sinto vontade de virar o disco, escolho continuar com o silencio, escolho não mais fazer escolhas insensatas, escolho manipular-me e deixar-me à deriva, sem âncoras, sem segredos, apenas guardado com as armas escondidas.




(Jefferson dos Santos)






“Vou dizer o que sinto sem querer dizer nada, acabar o barro e estancar as mágoas, ficarei logo ao lado numa casa pequena.”

Dizia um bilhete encontrado sobre a mesa.
Algo não lembrado havia sido feito, ou até mesmo algum mal entendido, mas o fato é que a condenação caia sobre si e aquele singular bilhete nem precisava de assinatura para reconhecer quem o escrevera. A verdade poderia ser encoberta e esquecida depois de certo tempo, mas eu preparei tanta coisa, me esforcei ao máximo para lhe agradar, me lembrei até por você, e ansioso fiquei pela espera e pelo desistir, ou talvez desistir e esperar.
Tive vontades nesses últimos tempos que me foram um surto de loucura e/ou cansaço.
Amanhã acordarei mais cedo e coloco na caixa do correio algo que me conforte:

“Mantive distancias das lembranças, estou imune aos mesmos horizontes e lúcido o bastante para me enlouquecer.”

Eu poderia ter citado o gnomo ruícamp...


Fomos...