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E definitivamente parei de escrever...
Em cada página que eu enfrentava, cada linha de um velho caderno qualquer, até mesmo nos tantos rascunhos, era impossível enterrar de vez tudo que não vai passar.
Lutei com as forças necessárias para voltar deferente, para voltar como se nunca tivesse voltado, mas não deu, não vai dar por enquanto.
É muito, o pouco que consigo escrever me deixando intacto, sem tocar naquilo que ainda doe.
(J)